Qual a sua atitude entre gôndolas e prateleiras na hora das compras? A embalagem, o "merchan" conta muito ou o que vale é o conteúdo? E quando se trata de alimentação, o segmento que mais cresce no país? Quantas interrogações e somente uma resposta: COMA COM OS OLHOS!
O blog, administrado pelos colaboradores sr.CCOO, Peoh e Rogério tentam abrir nossos olhos antes de abrirmos a boca; ou seja, mostrar a verdade amarga fantasiada de doces mentiras. Com a faca e o Direito do Consumidor nas mãos, nossos colegas viram cobaias experimentando produtos, analisando informações nutricionais e, após muitas mastigações, novos posts na bandeja. Anote o pedido: antes de consultar o cardápio, consulte Coma com os Olhos!
Poucos filmes têm a capacidade de manter o nível de qualidade quando passam a ter uma sequência. Poucos filmes são capazes de ser vistos inúmeras vezes sem cansar os seus telespectadores, que passam a decorar diálogos, cenas, com o mesmo prazer de um inédito lançamento. De volta para o Futuro reuniu estas duas façanhas.
(Créditos da Imagem: Divulgação - Universal Pictures)
A temática de viajar no tempo é intrigante e tentadora. Robert Zemeckis e Steven Spielberg o fizeram usando um carro decadente, um cientista louco e um adolescente rockeiro. Tudo acontece na pequena Hill Valley. Marty Mcfly (Michael J. Fox) tenta superar algumas dificuldades para engrenar a sua banda e seu namoro, apesar de sua síndrome de rejeição. Amigo do Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd), auxilia no primeiro teste da principal invenção do cientista: uma máquina do tempo. Apesar do sucesso, algo acontece "criando uma perturbação na continuidade espaço-tempo". Eis o desenrolar da trilogia - consertar o tempo e destruir a máquina. Clássico do cinema.
CENA DESTAQUE: Por ser uma análise da trilogia, não indicarei uma cena específica, no entanto, a excelente adaptação dos cenários para cada época impressiona. Os deslocamentos temporais também.
FICHA TÉCNICA Título original: Back to the Future Lançamento(s): I - 1985, II - 1989 e III - 1990 (EUA) Direção: Robert Zemeckis Atores: Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Crispin Glover, Lea Thompson e Thomas F. Wilson Duração: I - 116 min, II - 108 min e III - 118 min Gênero: ficção científica, comédia
Na agulha, ainda sob o efeito dos ecos do Sunrock Festival em nossa cidade, minhas reverências ao som germânico dos Scorpions que estão chegando ao fim de uma jornada que iniciou-se em 1965.
(Scorpions - Foto: divulgação)
"Send me an Angel" é a 11ª faixa do 11º álbum da banda: Crazy World. Lançado em 1990 e marcado com os hits "Tease me Please me" e "Wind of Change", é o divisor de águas da carreira do grupo consolidando-os de vez no cenário pop/rock mundial. A canção destaque do blog foi composta por Klaus Meine e Rudolf Schenker e denota uma espécie de "lounge" musical. Relaxante e inspiradora, é capaz de transportar o ouvinte to the land of the morning star. SCORPIONS, mais e mais uma vez!
Em nossa crescente preocupação com o meio ambiente e o ecossistema, puxei da Wikipedia um fenômeno que ocorrera em 1952 conhecido como Big Smog. É uma exemplar lição que podemos retirar do passado demonstrando ao homem que suas ações incidirão sobre ele mesmo, quando se trata do revés da natureza em relação à nossa insistente teimosia em maltratar o planeta. Diz o artigo Wiki que "O nevoeiro de 1952 foi um período de severa poluição atmosférica entre os dias 5 e 9 de dezembro de 1952 que encobriu a cidade de Londres. Considerado como um dos piores impactos ambientais até então, causado pelo crescimento incontrolado da queima de combustíveis fósseis na indústria e nos transportes. Acredita-se que o nevoeiro tenha causado a morte de 12.000 londrinos e deixado outros 100.000 doentes." A névoa, típica em estações frias, é bastante comum no Reino Unido. Com a baixa da temperatura, os londrinos passaram a queimar carvão em suas casas (os antigos aquecedores), agravando a poluição do ar devido a uma inversão térmica, causada pela densa massa de ar frio. O artigo explica ainda que "Devido aos problemas econômicos no pós-guerra, o carvão de melhor qualidade para o aquecimento havia sido exportado. Como resultado, os londrinos usaram o carvão de baixa qualidade, ricos em enxofre, que agravou muito o problema". Eis a importância dos Conselhos Mundiais ao fixarem normas como o Protocolo de Kyoto que, por ganância e egoísmo, alguns líderes insistem em não assinar, usando de subterfúgios em nome dos países que representam. A Inglaterra, aparentemente, aprendeu a lição e instituiu, depois deste desastre, o Clean Air Act 1956/1968 que restringia drasticamente a poluição do ar. Que esta película exibida no passado não seja lançada nos dias atuais em Blu-ray, pois não teremos mais condições de ser espectadores com tamanha fumaça e falta de bom senso.
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